Rodrigo Fiúza

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Rodrigo Fiúza (Belo Horizonte, 1974)[1] foi um atleta e influenciador digital brasileiro até 2020, quando foi preso por integrar uma organização criminosa de exploração de menores de idade. Antes da sua prisão, tinha mais de 90 mil seguidores nas redes sociais e foi candidato a vereador em Belo Horizonte em 2020 pelo PSB, mas obteve apenas 62 votos. Após sua prisão, a direção do PSB de Minas Gerais informou que a filiação dele está automaticamente suspensa diante das graves denúncias apresentadas contra ele.

BiografiaEditar

Em 18 novembro de 2020, a Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou a operação "Angel", em meio a uma investigação contra a organização criminosa. De acordo com as denúncias, Rodrigo Fiúza atuava promovendo festas com drogas e bebidas liberadas e é investigado pela prática de estupro de vulnerável de uma adolescente de 13 anos.

Três pessoas foram presas (um proprietário de agência de viagens, uma mulher e o próprio Fiúza) e sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Civil de Minas Gerais na Operação Angel. A polícia apreendeu HDs com conteúdo de pornografia infantil. A mulher presa é suspeita de aliciar garotas adolescentes, enquanto o proprietário de agência de viagens e Fiúza promoviam festas numa casa na região da Pampulha, onde adolescentes entre 13 e 17 anos de idade eram exploradas sexualmente e tinham fotos expostas na internet.

Desde sua prisão, Rodrigo Fiúza estava detido no Presídio Inspetor José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte. Após sua notícia ser mostrada pela imprensa, alguns famosos repudiaram publicamente o influenciador e se afastaram dele. A esquerda tentou associá-lo à direita e ao Bolsonaro nas redes sociais (haviam mensagens nas quais atacava Lula e fazia elogios a Bolsonaro), enquanto os direitistas e bolsonaristas passaram a repudiá-lo também, além de mostrar que ele é filiado ao PSB (um partido de esquerda).

Uma reportagem antiga, de 12 de abril de 2004, mostra que ele esteve no Palácio do Planalto para uma rápida audiência com o então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, onde recebeu uma assinatura do líder do governo brasileiro: uma mensagem de paz que ele distribuiria aos povos do Oriente Médio.[1]

2021: Feijoada (?)Editar

No entanto, depois de ficar preso por quase quatro meses, a Justiça do Estado de Minas Gerais concedeu o benefício do uso da tornozeleira eletrônica e ele deixou a cadeia em 1º de abril (dia da mentira) de 2021. A soltura só foi divulgada em 4 de abril, de acordo com a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública).

Salsa

  1. 1,0 1,1 Atleta mineiro recebe apoio de Lula em viagem pela paz EcoViagem, 12 de abril de 2004.

FontesEditar