Homeschooling

Meu filho será um jênio, igual o professor Olavo de Carvalho que fugiu da escola na 4ª série do ensino fundamental

—Olavete, Homeschooling

Unschooling significa nada de escola!

Homeschooling ou educação domiciliar é uma modalidade de ensino em que as famílias escolhem ensinar seus filhos em casa. Os responsáveis podem oferecer o conteúdo ou contratar professores e tutores para as crianças e adolescentes.[1] No Brasil, a prática gera polêmica.

Homeschooling é uma desculpa para os pais olavetes não matricularem os filhos na escola e tentarem ensiná-los em casa. Muitos olavetes acreditam que as escolas são um antro de comunistas e maconheiros, com alguma razão, já que muitos professores estudaram na PUC, que tentam enfiar a ideologia e o método de alfabetização do Paulo Freire goela abaixo nos seus filhos. Eles também acreditam que seus filhos são gênios, igual o professor Olavo de Carvalho, que fugiu da escola na 4ª série do ensino fundamental. Através do homeschooling, também chamado de ensino domiciliar, educação domiciliar etc., é possível substituir os livros de história convencionais pelos livros do astrólogo e teórico da conspiração Olavo de Carvalho, do Rodrigo Constantino e do Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra (um torturador do período da ditadura militar, mas isso é só um detalhe), substituir a teoria da evolução das espécies de Charles Darwin por criacionismo, substituir ciência por religião etc.

Com a pandemia da COVID-19, todos os pais foram obrigados a educar os filhos em casa.

Saiba maisEditar

No Brasil, o ensino é obrigatório entre os 4 e 17 anos. Os pais ficam responsáveis por colocar as crianças na educação infantil a partir dos 4 anos e por sua permanência até os 17 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional). O artigo 1.634 do Código Civil Brasileiro diz que compete aos pais, quanto aos filhos menores, dirigir-lhes a criação e a educação. O artigo 22 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que aos pais incumbe o dever de sustento, guarda e educação dos filhos menores. E o artigo 55 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos na rede regular de ensino. Segundo o artigo 246 do Código Penal do Brasil, um progenitor ou guardião responsável deixar de garantir a educação primária de seu filho ou tutelado é um crime.

Segundo parecer do Conselho Nacional de Educação, a adoção da educação domiciliar dependeria de manifestação do legislador, que viesse a abrir a possibilidade, segundo normas reguladoras específicas. Em função da imposição legal à matrícula dos filhos, o próprio Poder Público, inclusive o Ministério Público, pode compelir judicialmente a matrícula de menores de idade em instituições de ensino. Além disso, os pais podem ser processados criminalmente por não levarem os filhos à escola, pelo crime de abandono intelectual, tipificado no art. 246 do Código Penal.

A desescolarização , chamado em inglês de unschooling, é um dos métodos do ensino doméstico, um movimento contrário à ideia de que adquirir conhecimento dentro da escola é a única maneira de chegar ao sucesso profissional. Adeptos do conceito valorizam oportunidades educacionais ocorridas fora da escola, em casa, na comunidade, na Internet, em qualquer lugar. Criado na década de 1970, o termo incentiva a exploração das atividades domésticas realizadas pelas crianças, assim como sua curiosidade a respeito de qualquer tema, os livros que lê e até mesmo seus jogos preferidos.

O ensino doméstico também é proibido em países como a Alemanha e a Suécia. A criminalização auxilia o combate à evasão escolar, um problema social comum no Brasil.

Na Alemanha tirar as crianças de determinadas aulas também é ilegal. O objetivo do governo alemão é suprimir a existência das Parallelgesellschaften (sociedades paralelas) baseadas em convicções filosóficas separadas por meio do sistema educacional.

Salsa

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