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Tomara que caia

Yanet Garcia, mostrando que o objetivo de usar um tomara que caia é pagar peitinho.

Tomara que caia, antigamente grafado como tomara-que-caia [1] é um tipo de vestido ou blusa feminina [2] que, porra, o nome é descritivo: se a mulher é gostosa, todo mundo torce para que o vestido ou blusa caia.

Mas esta merda não é um site de moda, é um site de memes [3], então a gente não vai falar que a origem do termo tomara que caia se refere a um episódio ocorrido no início dos anos 1960, quando a televisão brasileira só tinha programas ao vivo, e uma atriz gostosa que usava esta roupa deixou, sem querer ou sem querer querendo, a peça cair, em uma pagação de peitinho épica.[4]

Este artigo se refere ao novo mimimi da esquerda, que, no meio da maior crise mundial desde a Segunda Guerra Mundial, a Pandemia de coronavírus de 2020, resolveu implicar com o termo tomara que caia, por ser machista, e quer impor, como ato tipicamente fascista da esquerda, o termo blusa sem alça.[5] A campanha foi liderada pela attwhore Mariana Ximenes, que, desde que passou a defender a corrupção, em 2016,[6] ficou velha e feia, e se sente desprestigiada porque, quando ela usa um tomara que caia, ninguém mais torce para ele cair.

Obviamente, a direita vai continuar chamando tomara que caia de tomara que caia, algumas lojas esquerdistas vão chamar de blusa sem alça, não vão vender nada e vão falir, e, daqui a um ano [7] ninguém mais vai se lembrar deste mimimi esquerdista.

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