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Sega

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Fanboy da Sega.

Sega, estilizado SEGA para chamar a atenção, é uma empresa americana de vidya que nos anos 1980 e 1990 competia acirradamente com a Nintendo na batalha dos consoles, mas saiu de cena em 2001 depois do fracasso do Dreamcast. No Brasil, muitos se lembram da Sega pelo console Mega Drive, que na verdade era o Sega Genesis, disponibilizado pela Tec Toy com este nome.

Índice

HistóriaEditar

É isso mesmo que você leu: a Sega não é japonesa, mas sim americana. Ela se consolidou no Japão, nisso eu concordo contigo, mas foi fundada em 1940 no Havaí, com o nome de Standart Games. Eles fabricavam fliperamas para entreter os soldados americanos que estavam guerreando no Pacífico. Depois que a guerra acabou, se concentraram no Japão. Aí mudaram o nome para "Service Games", que depois abreviaram, ficando "SEGA". Mindblown, não?[1]

SG-1000Editar

O primeiro console da Sega foi lançado em 1983 e se chamava SG-1000, e foi lançado para tentar competir com o NES. Não deu muito certo, e tentaram lançar então o SG-1000 II, com melhorias. Mas não desistiram e seguiram em frente.

Master SystemEditar

Aí já começou a dar certo. O Master System vendeu bastante na Europa, o que animou a Sega para continuar no ramo dos consoles.

Genesis/Mega DriveEditar

A Sega lançou em 1988 o Mega Drive, com o nome de Genesis nos EUA. Deu certo, já que o console tinha bons gráficos e sons (para a época, é claro) por um preço legal. Aí a Sega se tornou rival da Nintendo. Incrivelmente, era possível conectar o console à internet, com um cartucho específico. Lançado pela TecToy, o cartucho MegaNet permitia até consultar o saldo e extrato da conta no Bradesco, para você ter uma ideia. [2]

GamegearEditar

Era tipo um PSP da Sega, que até fez sucesso, mas não tanto quanto o GameBoy da Nintendo.

SaturnEditar

Aqui as coisas começaram a desandar. A Sega lançou, em 1994, o Sega Saturn, um console que tinha um total de OITO processadores. Porra, vocês estão loucos? ficaram Segos? É lógico que o Saturn, se usado toda sua capacidade, vai ter jogos extraordinários com gráficos incríveis para a época. O problema é que desenvolver para um console tão fodido era um pau no cu para os pobres programadores, além dele ser um console caro. Aí entrou na espiral do fracasso:

É difícil desenvolver, então terá menos jogos.

Se há poucos jogos, haverá menos vendas.

Se há menos vendas, as empresas não vão querer gastar para desenvolver jogos, pois será um investimento ruim.

Se as empresas não fazem jogos, o console vende menos... você entendeu.


Para piorar, bem nesse ano foi lançado o Playstation, que tinha um custo-benefício bem melhor. Aí fodeu de vez para a Sega.

DreamcastEditar

Aí a sega decidiu fazer sua última tentativa ao lançar o Dreamcast. O Dreamcast era um console legal, com bons gráficos, controle inovador, vários gadgets (tinha até webcam), e era possível conectar á internet e navegar nela. Até o lendário Quake 3 Arena o Dreamcast rodava. O problema era que o Dreamcast teve brigas entre a Sega do Japão e a Sega americana para ser desenvolvido, e aí começaram os problemas.

O marketing do Dreamcast foi pesado, sendo lançado no dia 9/9/99 na América do Norte como parte do marketing.

No começo deu certo: as lojas foram ficando vazias com o lançamento do "conjurador de sonhos", mas depois fabricar o console já não compensava mais para a Sega, que não conseguiu competir com a Sony. Foi descontinuado, e a Sega anunciou que não iria mais fabricar consoles, apenas desenvolver jogos.

Alguns acreditam que a Sega já planejava antes de lançar o Dreamcast sair do mercado dos consoles, e aí apostaram todas as fichas nele, com a ideia de mostrar que são uma boa empresa, capaz de fazer algo foda.

Ver tambémEditar

Ligações externasEditar

Salsa