QLC (Que loucura cara) foram várias panelinhas do Facebook, criadas a partir de 2013, com foco em trollagens e lulz. O grupo chegou a ter mais de 40 mil membros em seu auge.

O modus operandi consistia nos membros, adolescentes jorges, escolherem um alvo (esquerdistas, vitimistas e pessoas que se ofendem facilmente) e fazer postagens polêmicas com perfis fakes, fingindo preconceito, homofobia, etc. E depois comer pipoca enquanto assistiam a treta pegando fogo. Quanto maior a treta, mais famosos ficavam os membros dentro do grupo.

Entre outros, os maiores lulz foram as trollagens contra a atriz Taís AraújoWikipedia's W.svg e a jornalista Maju CoutinhoWikipedia's W.svg, em 2015.[1][2][3]

O grupo perdeu força junto com as outras panelas, após investigações da PF na Operação Tempo Fechado e políticas mais rigorosas do Facebook. [4] Terminou em feijoada para o QLC, mas dois paneleiros de outro grupo chamado Warning foram condenados a 5 e 6 anos de prisão em 2020.[5] Um membro de outro grupo rival, chamado COGU, foi atrelado, tendo sua casa apedrejada e perdendo o emprego. Ele está processando a Maju em 800k, fato que não teve 1% do destaque pela emissora e a jornalista. [6] Já a atriz Taís Araújo, acabou ganhando um prêmio por lutar contra o racismo.

VídeosEditar

Um dos primeiros lulz do grupo

Paneleiro do QLC que foi preso poucos dias

Paneleiros de grupos rivais, o que foi atrelado e o que foi condenado a 6 anos

Salsa

LinksEditar