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No Escuro

Exemplo de postagem assustadora da No Escuro.

No Escuro era uma comunidade do falecido Orkut focada em postagens anônimas.

A certo ponto, vários jorges o descobriram e tomaram a comunidade para eles com o objetivo de cometer suas jorgices, postando ameaças a escolas, vídeos de estupros reais, gore, entre outras coisas super legais.

A comunidade tinha uma atmosfera bastante similar ao Dogolachan.

Os membros da No Escuro se referiam como nonos e confrades.

Índice

HistóriaEditar

A comunidade, existente desde o início do Orkut, era focada no anonimato. Usuários, sem revelar seus verdadeiros nomes, postavam confissões que não fariam na vida real. A certo ponto, começaram a entrar vários jorges que resolveram se aproveitar da comunidade. Chegou até a sair uma matéria da Revista Época dizendo que a No Escuro era a comunidade mais perigosa do Orkut. Com isso, a comunidade cresceu mais ainda.

2005Editar

Em 2005, um Anônimo chamado OrkutGuy disse que ia deletar a comunidade pelos crimes cometidos nela. Os membros ficaram com o cu na mão, mas não houve nada.

2006Editar

Em 2006, Laércio Muniz, o admin da comunidade, cansado das dores de cabeça que a No Escuro estava lhe trazendo, passou a moderação para um fake chamado David Ricardo, que era controlado por CP, Adilson Dantas e Tia Vivi.

2007Editar

Em 2007, um bug do Orkut permitiu ao usuário KLAY roubar a moderação, entregando-a, por uma paixão virtual, nas mãos de Viviane Tevez.

De 2007 em diante, a moderação foi passada de mão em mão até a comunidade ser deletada definitivamente. Os membros migraram para as No Escuro alternativas, se estabilizando em 2008 na No Escuro de Marla. Mas esta, depois de um tempo, foi roubada e deletada também, obrigando os membros a migrarem para outra. Durante todo esse tempo “sem teto”, vários membros estavam solicitando ao Orkut o retorno da No Escuro original, até que um belo dia ela retornou sob a moderação de um fake até então desconhecido – Dan Erthal. Esta versão se manteve até o fim do Orkut em 2014.

2011 - Massacre de RealengoEditar

 
Wellington, o ídolo dos jorges da No Escuro.

Wellington Menezes de Oliveira, o perpetuador do Massacre de Realengo, tinha um perfil no Orkut e supostamente lurkava a No Escuro, onde ele teria, inclusive, declarado que iria realizar o massacre. Quando isso supostamente ocorreu, vários membros o começaram a vangloriar e se divertir com o puro Lulz.

DoxxingEditar

Por torno de 2014, o hacker GOEC fez bastante doxxing na comunidade. Ele chantageava os membros ameaçando de revelar todos os seus dados.