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Hacker

Concepção popular de um hacker: um anônimo encapuzado mexendo em sistemas e linhas de código.

Hacker é um tarado que, em vez de ficar espiando a vizinha gostosa tomando banho pela abertura da janela do banheiro, fica se masturbando para computadores, estudando seu funcionamento íntimo, até que ele aprende a invadir sistemas através de falhas de segurança.

Índice

HistóriaEditar

Pela definição original, um "hacker" é qualquer especialista que usa seu conhecimento técnico de computadores para superar obstáculos, especialmente se usar um sistema para uma função para qual ele não foi feito. Por exemplo, usar a luz da tela de um celular para iluminar o escuro é tecnicamente uma forma de hacking (e também uma forma de burrice, já que a lanterna do celular ilumina melhor).

Com o tempo, o termo passou a ser mais usado para designar crackers: hackers que invadiam sistemas burlando sua segurança interna, roubando senhas, e essas coisas. Basicamente, "hacker" havia virado um sinônimo de "bandido virtual".

Nos anos 70, o hacker (conhecido) mais famoso da web, Kevin Mitnick, começava sua carreira de sucesso, invadindo e alterando notas nos computadores da escola,[1] coisa que qualquer adolescentezinho vagabundo faz nos dias de hoje. Como era underage nessa época, não foi condenado.

Os hackers eram nerds inofensivos, até que alguém descobriu seu potencial para o crime e a destruição.[2] Hackers são muito bons para quebrar senhas, burlar sistemas de segurança, crackear programas protegidos e desenvolver vírus de computador. E o que esses hackers fazem com o dinheiro? Lembra da vizinha gostosa que eles não queriam ver tomando banho pela abertura do banheiro? Agora, com a grana, eles a convidam para tomar banho na mansão deles, onde ela será filmada em todos os ângulos.

Tipos de hackerEditar

Tem muito hacker hoje. Uns ganham fortunas, outros acabam presos, enquanto outros se contentam apenas por atingir seus objetivos políticos, geralmente associados ao criptoanarquismo. Mas como hackers trabalham tanto para o mal como para o bem, existe uma classificação deles de acordo com as suas intenções e motivações:

  • Chapéu branco (white hat) - Hackers "do bem", que atuam para atingir fins nobres, como derrubar sites criminosos e melhorar sistemas de segurança, identificando brechas e dando dicas de como fechá-las. Só atacam quem eles consideram imorais ou errados, como certas empresas, organizações e órgãos de governos.
  • Chapéu preto (black hat) - Hackers "do mal", que atuam apenas para benefício próprio ou de seu grupo, ou que prejudicam, intencionalmente, pessoas ou corporações. Não costumam se importar com ética, privacidade e respeito, então invadem sistemas monetários para roubar, expõem inocentes, cometem jorgices etc.
  • Chapéu cinza (grey hat) - Um meio termo entre os dois acima. Grey hats são ora bonzinhos, ora mauzinhos. Podem hackear para benefício próprio, mas não costumam querer prejudicar inocentes. Também pode se chamar de grey hat aqueles que praticam pirataria, o que alguns consideram errado mas outros consideram certo.

Curiosamente, essa classificação é análoga à dos tipos de magia: branca (benigna), cinza (neutra) e negra (maligna).

Ver tambémEditar

Referências

  1. [1]
  2. Segundo Penguin Pete, este artigo está todo errado, porque hackers sempre são do bem, e os filhos da puta são os crackers. Mas acho que em português a palavra hacker quer dizer as duas coisas que Penguin Pete diz no seu artigo Explaining Security Concepts to ZDNet Bloggers Is Like Teaching Physics to a Pig