Franciele Setim

Franciele Setim
Franciele chapéu.jpg
Nome realFranciele Aparecida Gonçalves Araújo Setim
ApelidosPardiele
Nascimento31/07/1982 (38 anos)
São José dos Pinhais
ResidênciaCuritiba
Outros linksFacebook
Instagram

Franciele Aparecida Gonçalves Araújo Setim, conhecida por channers como Pardiele, foi a segunda esposa de Emerson Eduardo Rodrigues, com quem ele foi casado de 2012 a 2014. Nesse tempo, Emerson usava o sobrenome "Setim" no fim de seu nome completo. Ela é a mãe de Izabella, a única filha dele.

Assim como Fabiana de Oliveira, ela frequentava a Igreja Universal. Atualmente, Franciele trabalha como contabilista na Vale.

BiografiaEditar

Franciele nasceu em São José dos Pinhais, Paraná, em 31 de julho de 1982. É filha de José Setim e sobrinha de Luiz Carlos Setim, que foi por duas vezes prefeito de São José dos Pinhais.

Emerson conheceu Franciele no Orkut, em março de 2010. Eles desenvolveram um relacionamento até se casarem em 12 de janeiro de 2012, em meio à shitstorm do blog Silvio Koerich, quando Emerson tinha 33 anos e Franciele 29.

Pouco depois, o vídeo racista gravado por Emerson na Índia foi postado no YouTube (não se sabe ao certo por quem). Franciele brigou com Emerson e mandou ele apagar o vídeo, ou pedir para que Marcelo apagasse, o que foi feito dois dias depois. Mas o vídeo continuou sendo repostado, por Rafaela ou por outras pessoas revoltadas.

Após a prisão de Emerson em 22 de março de 2012, Franciele o visitava regularmente. Segundo Emerson, outros presos o respeitavam ao perceber que ele tinha família. Numa dessas visitas conjugais, Franciele engravidou.

Franciele grávida e separaçãoEditar

 
Suposta postagem de Emerson em 2014 em que ataca a ex-mulher, negros e homossexuais. Emerson diz que ele nunca pensou assim e que este perfil foi um fake criado por Nando Moura.

Em fevereiro de 2013, Franciele Setim anunciou que estava grávida, tendo engravidado em uma das visitas íntimas a Emerson. Segundo rumores, Emerson se enfureceu ao descobrir que Franciele estava esperando uma menina ao invés de um menino, fazendo com que ele passasse a pedir que ela fizesse aborto para não ter que sustentar menina, para a indignação dela. Emerson, no entanto, nega que esses rumores sejam verdade, dizendo que o print onde ele relata este ocorrido no Facebook é falso (ou montagem, ou perfil fake). Ele enfatiza que pensava e ainda pensa justamente o contrário: prefere uma filha menina a um menino pois meninas são mais carinhosas com os pais.

No dia dia 4 de julho, a única filha de Emerson, batizada de Izabella Rodrigues Von Stafin Setim, nasceu.[1]

O casal Emerson e Franciele se separou oficialmente em setembro de 2014. Emerson afirma que o culpado da separação foi Matheus Sathler, então candidato a deputado federal e proponente do "kit macho" (uma resposta ao "kit gay"). Sathler contou com a ajuda gratuita de Emerson na sua campanha, em que Emerson atacou rivais seus como Erika Kokay e esquerdistas. Emerson diz que foi cantado por Sathler, segundo ele um homossexual enrustido que saía com travestis (tendo sido denunciado, inclusive, pelo falecido pastor Joide Miranda). Por revolta de não ter suas cantadas correspondidas por Emerson, Sathler teria pego cópias de conversas de Emerson no WhatsApp com várias de suas amantes loiras de Brasília e as mandado para Franciele, levando à separação dos dois.

PosteriormenteEditar

Em 2015, Franciele se casou com Alexandre Latoch (Facebook), engenheiro da Renault, com quem teve um filho.

Em 2016, Emerson entrou com um processo para poder visitar sua filha esporadicamente. A disputa é extensa: Emerson registrou, em março de 2016, um B.O. contra seu ex-sogro, pai de Franciele, por ele tê-lo ameaçado após uma discussão entre Emerson e ela. Franciele também tem boletins contra Emerson; em um deles, ela relata ter se encontrado com Emerson num terminal de ônibus, com dizeres de discussão de fatos acontecidos no casamento, irritando Izabella, filha do casal. Ela ainda relata que, ao pegar o celular para ligar para alguém, Emerson teria a impedido e a chamado de "vagabunda" e "filha da puta", e dito que a mataria se sua filha não estivesse ali. Emerson disse que ela havia o chamado de corno. Franciele teria recebido uma medida protetiva após suas denúncias, o que impede Emerson de se aproximar a um raio de 200 metros dela, além de não poder contatar nem ela nem qualquer familiar dela por qualquer meio de comunicação.[1]

Franciele apoiou a campanha presidencial de Bolsonaro em 2018, como visto em seu perfil do Facebook.[2]

Atualmente, ela trabalha como contabilista na Vale Sul, tendo cursado Ciências Contábeis na PUC-PR.

GaleriaEditar

Salsa

  1. 1,0 1,1 Anexo_02-1.pdf Regulamentação de visitas de Emerson com sua filha Izabella
  2. https://www.facebook.com/photo/?fbid=1342622422540828&set=ecnf.100003792497453