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Budismo

Este não é Buda, mas sim Budai, um monge da mitologia chinesa
Este sim é Buda, cujo nome real era Siddharta Gautama

O budismo é uma religião e filosofia baseada nos ensinamentos de Buda, título dado a Siddartha Gautama, homem que viveu no século V a.C. no norte da Índia. O budismo não é teísta, ou seja, não venera nenhum deus, mas também não é ateísta, pois acredita na espiritualidade e ensina como se desprender dos apegos materiais.

No ocidente, a figura de Buda é frequentemente confundida com a de Budai, um monge gordão e feliz de historicidade duvidosa que, apesar de ser venerado em algumas vertentes do budismo, não é a mesma pessoa que o Buda, que é magrinho, parece uma mulher, e quase sempre é retratado concentrado e meditando. O verdadeiro Buda, cujo nome era Siddharta Gautama, foi um príncipe indiano que viveu no extremo luxo até fugir do palácio aos 29 anos, quando resolveu ir meditar pelo resto da vida debaixo de uma figueira, no início usando métodos extremos, mas depois optando pelo caminho do meio até alcançar o nirvana (o ponto máximo da espiritualidade), juntando vários seguidores no processo.

Resumo do budismoEditar

O budismo se baseia nas Quatro Nobres Verdades:

  1. A vida é cheia de sofrimento
  2. O sofrimento vem do desejo
  3. O sofrimento acaba quando o desejo acaba
  4. Uma maneira de acabar com o desejo é seguindo o Nobre Caminho Óctuplo

O Nobre Caminho Óctuplo se resume em:

  1. Compreensão correta
  2. Pensamento correto
  3. Fala correta
  4. Ação correta
  5. Meio de vida correto
  6. Esforço correto
  7. Consciência correta
  8. Concentração correta

Budismo no BrasilEditar

 
Devota gravou em si mesma um símbolo sagrado do budismo.

Muito brasileiro tem se tornado budista, talvez porque, quando ouve a palavra Buda, entende que estão falando da bunda.[1] Vários budistas brasileiros tem sido vistos forçando símbolos sagrados da religião em lugares públicos, como viadutos, sinagogas ou cemitérios judaicos. O fanatismo é tão grande que alguns mesmos chegam ao ponto de se auto-mutilar, desenhando a suástica [2] no próprio corpo.[3][4][5][6]

Referências