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Anonymous

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A máscara de Guy Fawkes, símbolo dos Anonymous

Anonymous é um grupo internacional de pseudo-hackers que usa a máscara de Guy Fawkes como símbolo. Sendo um grupo descentralizado e não-hierárquico, não é necessário passar por iniciação, pedir para ser membro ou qualquer merda do tipo para se declarar anônimo também. Qualquer idiota pode criar um grupo local e organizar atos com base na ideologia anônima. Por isso, rapidamente os símbolos e a ideologia se encheram de câncer, com várias crianças (física ou mentalmente) querendo se dizer anônimos para se sentirem mais importantes. A partir de 2017, os Antifas se apoderaram do grupo, que praticamente já estava abandonado.

Eles forçaram tanto essa narrativa de grupo hacktivista fodão que os leigos realmente passaram a acreditar nessa besteira, e com isso ficaram amplamente conhecidos e temidos. Os Anonymous Realizaram ataques cibernéticos DDoS contra várias instituições e órgãos governamentais, empresas e a Igreja da CientologiaWikipedia's W.svg (onde começou toda essa baboseira), mas quem realmente os conhece sabe que eles não passam de um bando de basingueiros querendo gozar com o pau dos outros pelas suas "conquistas" e que no fundo só passam vergonha na internet.

A série de tv Mr. Robot foi parcialmente inspirada por eles.

O credo dos Anonymous. A frase original, "Watch out for Anonymous, he does not forgive!" teria sido criada em 2005 ou antes por um tripfag para provocar os anônimos

Índice

HistóriaEditar

O nome Anonymous surgiu em 2003, no 4chan, representando o conceito de muitos usuários da comunidade online e offline que existem simultaneamente como um cérebro global anárquico e digitalizado. A partir de 2006, os membros anônimos (conhecidos como anons) passaram a ser distinguidos em público pelo uso de máscaras de Guy Fawkes no estilo retratado na graphic novel e no filme V for Vendetta . No entanto, esse nem sempre é o caso, já que alguns membros do coletivo preferem cobrir o rosto sem usar a máscara conhecida como disfarce. Alguns anons também optam por mascarar suas vozes através de aparelhos ou programas de conversão de texto em fala (sintetizadores). Em sua forma inicial, o conceito foi adotado por uma comunidade online descentralizada, agindo anonimamente de maneira coordenada, geralmente em direção a um objetivo pouco aceito e focado principalmente no entretenimento (ou lulz).

Anonymous trollando a Oprah fazendo ela falar mais de 9000

 
Outro símbolo usado por eles

Começando com o Projeto Chanology em 2008 (uma série de protestos, brincadeiras e hacks direcionados à Igreja da Cientologia), o coletivo Anonymous se tornou cada vez mais associado ao hacktivismo colaborativo em várias questões internacionalmente e no decorrer dos anos foi se enchendo de newfags e se tornando independente do 4chan. Os indivíduos que afirmam se alinhar ao Anonymous realizaram protestos e outras ações (incluindo ação direta) em retaliação contra campanhas focadas em direitos autorais por filmes e associações comerciais do setor de gravação. Alvos posteriores do hacktivismo anônimo incluíram agências governamentais dos EUA, Israel, Tunísia, Uganda e outros países; o Estado Islâmico; sites de pornografia infantil; agências de proteção de direitos autorais; a Igreja Batista de Westboro ; empresas como PayPal, MasterCard, Visa e Sony. Anons apoiaram publicamente o WikiLeaks e o movimento Occupy Wall Street  e ajudaram a restaurar a Encyclopedia Dramatica. Eles também marcam presença em terras tupiniquins através do Anonymous Brasil. Grupos relacionados, como o LulzSec e a Operação AntiSec, realizaram ataques cibernéticos em agências do governo dos EUA, mídia, empresas de videogame, e a instituições militares e policiais, resultando na atenção das autoridades às atividades dos grupos.

 
Como eles realmente são

Dezenas de pessoas foram presas por envolvimento em ciberataques anônimos em países como EUA, Reino Unido, Austrália, Holanda, Espanha, Índia e Turquia. As avaliações das ações e eficácia do grupo variam amplamente. Os apoiadores chamaram o grupo de "combatentes da liberdade" e o Robin Hoods digital, enquanto os críticos os descreveram como "um cyber-lynch-mob" ou "cyberterroristas". Em 2012, a Time  chamou o Anonymous de "uma das 100 pessoas mais influentes" do mundo.

Nas primeiras semanas de 2016 e o início da campanha eleitoral nos Estados Unidos para a eleição presidencial , notícias publicadas na imprensa alegaram que o grupo anunciou nas redes sociais que havia declarado "guerra total" contra as campanhas eleitorais de Donald Trump e Hillary Clinton. O anúncio, no entanto, fez que o grupo começasse a dividir internamente: uma parte apoiava um dos candidatos e outra parte era contra, o que fez com que a tal "guerra total" nunca acontecesse.

Depois de 2016, o silêncio do grupo Anonymous sobre temas controversos que surgiram a partir de 2015, como os refugiados e imigrações (de africanos e árabes) na Europa, globalismo, atividades suspeitas de certos grupos do establishment (político, econômico, social, midiático etc.), e outras coisas que começaram a serem questionadas desde fim da Guerra Fria (incluindo atividades suspeitas do bilionário George Soros) fez com que o grupo recebessem críticas.

 
Também conhecidos como "anemonas"

Na época, especificamente entre 2016 a 2017, os grupos ligados ao Anonymous se dividiram com o aparecimento de líderes antissistema (vindos pelos populistas de direita e da esquerda) que provocaram pânico em certos grupos establishment, que então uniram grupos antagônicos para tentar manipular notícias favoráveis contra a nova geração de políticos. Isto acabou dividindo o grupo, fragmentando-o em dezenas ou talvez centenas de grupos menores, que passaram a usarem Anonymous ou Anon local, como também se declararem sucessores que se autointitulam a nova geração do Anonymous, o que fez o grupo original perder influência no decorrer da segunda metade da década.

Por causa disso, a influência que o Anonymous tinha de mobilizar e influenciar manifestações contra o sistema (político, econômico, social, midiático etc.) nas redes sociais antes de 2015, como Primavera Árabe  (2011-13) ou manifestações no Brasil e Turquia (2013), diminuiu muito depois de 2016, com a crise dos partidos tradicionais (esquerda, direita e centro). Para alguns ex-Anonymous, o grupo já está dissolvido.

Em 2020, diante ameaça de pandemia do Coronavírus, Anonymous voltaram ameaçar os governos pra que falem a verdade sobre a doença.[1] Eles também pediram para investigar conexões do presidente Bolsonaro com Trump (e precisa?).[2]

No entanto, seus críticos e ex-anons acham que o grupo original já em declínio faz de tudo ganhar manchetes.

CuriosidadesEditar

AnonymousEditar

 
No começo, anonymous era sinônimo de channer, mas acabaram se tornarando antagonistas
Uma questão política de longa data que ficou sem resposta, com consequências trágicas para os movimentos sociais. Trata-se de um movimento comunitário socialista não extremista e baseado na Internet, que procura respostas para perguntas sem resposta.[3]

DissidênciaEditar

A dissidência interna também é uma característica regular do grupo. Um site associado ao grupo o descreve como "uma reunião na Internet" com "uma estrutura de comando muito flexível e descentralizada que opera mais em ideias do que em diretrizes". Gabriella Coleman escreveu o seguinte sobre o grupo: "De certa forma, pode ser impossível avaliar a intenção e o motivo de milhares de participantes, muitos dos quais nem se preocupam em deixar um rastro de seus pensamentos, motivações e reações. Entre os que o fazem, as opiniões variam consideravelmente".[4]

InternetEditar

Em termos gerais, os anons se opõem à qualquer tipo de censura e controle da Internet. Na maioria de suas ações, têm como alvo governos, organizações e corporações que eles acusam de censura. Anons foram os primeiros apoiadores do movimento global Occupy e da Primavera Árabe. Desde 2008, um assunto frequente de discordância no Anonymous é se os membros devem se concentrar em brincadeiras e entretenimento ou em ativismo mais sério (e, em alguns casos, político).

Por acaso, nós [Anônimos] somos um grupo de pessoas na Internet que precisa apenas de uma saída para fazer o que queremos, o que não seríamos capazes de fazer na sociedade comum. ... Esse é mais ou menos o objetivo. Faça como quiser. ... Há uma frase comum: 'estamos fazendo isso pelo lulz'.

—Trent Peacock. Search Engine : The Face of Anonymous , 7 de fevereiro de 2008.[5]

LiderançaEditar

Como o Anonymous não tem liderança, nenhuma ação pode ser atribuída à associação como um todo. Parmy Olson e outros criticaram a cobertura da mídia que apresenta o grupo como bem organizado ou homogêneo; Olson escreve: "Não havia um único líder puxando as alavancas, mas algumas mentes organizacionais que às vezes se reuniam para começar a planejar um golpe". Alguns membros protestam usando meios legais, enquanto outros empregam medidas ilegais, como ataques DDoS e hacking. A associação é aberta a qualquer pessoa que deseje declarar que é membro do coletivo. A jornalista britânica Carole Cadwalladr, do The Observer, comparou a estrutura descentralizada do grupo aos terroristas da Al-Qaeda: "Se você acredita no anônimo e se chama anônimo, você é anônimo."[6] Olson, que anteriormente descreveu o Anonymous como uma "marca", afirmou em 2012 que agora o caracterizava como um "movimento" e não como um grupo: "qualquer um pode fazer parte dele. É uma multidão de pessoas, uma nebulosa", trabalhando juntas e fazendo coisas juntas para vários propósitos".[7]


O "grupo" Anonymous foi criado após uma reportagem sensacionalista da Fox News dizer que eles eram hackers extremamente periculosos.

RegrasEditar

As poucas regras do grupo incluem não revelar a identidade, não falar sobre o grupo e não atacar a mídia. Os membros geralmente usam o slogan "Somos Anônimos. Somos Legiões. Não perdoamos. Não esquecemos. Nos esperem."[8] Brian Kelly escreve que três das principais características do grupo são "(1) uma postura moral implacável sobre questões e direitos, independentemente da provocação direta; (2) uma presença física que acompanha a atividade de hackers on-line; e (3) uma marca característica".

Jornalistas comentaram que o sigilo, a fabricação e a conscientização da mídia do Anonymous representam um desafio incomum para relatar as ações e motivações do grupo.[9] Quinn Norton, da Wired, escreve que: "Os anons mentem quando não têm motivos para mentir. Eles tecem vastas invenções como forma de apresentação. Depois, dizem a verdade em momentos inesperados e infelizes, às vezes se destruindo no processo. São imprevisíveis".[9]Norton afirma que as dificuldades de fazer coberturas jornalísticas do grupo fazem com que a maioria dos escritores, inclusive ela, se concentre nos "pequenos grupos de hackers que roubaram os holofotes de uma legião, desafiaram seus valores e colidiram violentamente com a lei" em vez do "mar anônimo de vozes, todas experimentando novas formas de estar no mundo".[9]

GaleriaEditar

Ver tambémEditar

Salsa

LinksEditar