Debatedorismo

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O debatedorismo, também conhecido como debatedismo ou como debatismo, é um termo utilizado para se referir ao estudo sobre debates, principalmente sobre o porque existe pessoas que conseguem ser tão boas em debates e em discussões. O termo também é utilizado para se referir a uma condição "médica" o qual o indivíduo se torna extremamente bom em debates e em discussões por meio de falácias lógicas.

A origem do termo se deu ao fato do Evandro Sinotti conseguir ser extremamente bom em debates, sendo reportado, primeiramente, pelo Paulo Ghiraldelli e depois por William Ariel Mounter. Com o tempo, passou-se a ver que o debatedorismo é algo bastante presente na direita e nos anticomunistas, vindo assim a dúvida de como que os mesmos conseguem ganhar qualquer debate, levando assim, a criação do debatedorismo.

A principal área de estudo do debatedorismo está na estrutura argumentativa dos debates, procurando estudar e catalogar os mesmos, levando ao surgimento de falácias tais como o ad quodum (também conhecido como ad probationum) que é pedir provas para o oponente para que as mesmas sejam falseadas / refutadas e falácias tais como o ad amareum (também conhecido como ad delectatum) que é a famosa falácia de falar aquilo do "tudo que eu não gosto", a do ad frigusum que é aquela de fazer análises frias e brutas de forma a literalmente ofender o oponente, entre outras falácias.

O debatedorismo é visto como não sendo algo exclusivo da direita e dos anticomunistas, a esquerda lacradora e a esquerda russa também possuem debatedorismo.

Como condição médica, o debatedorismo consiste no uso indiscriminado de falácias, tais como as mencionadas anteriormente, entre outras falácias, tais como o atacadorismo, que é a falácia que consiste em apenas atacar o oponente sem defender nada, mas deixando brechas sobre o que o atacador defende, ad hominem, ad personam etc, além do próprio sofismo em alguns casos. Sendo uma patologia perante a filosofia, mas sendo um tema de discussão na psicologia e na psiquiatria.